O programa Paraná Mais Esporte, lançado oficialmente pelo governador Beto Richa e pelo secretário do Esporte e do Turismo, deputado Douglas Fabrício, na semana passada, inicia a terceira fase de execução com reuniões entre gestores da área de municípios da regional de Cornélio Procópio na quinta-feira, 8. Com o objetivo de envolver todos os municípios paranaenses na elaboração de uma nova política estadual para o setor, o programa também distribui uma série de materiais esportivos para as cidades participantes.
Na primeira etapa do Paraná Mais Esporte, prefeitos, secretários e gestores municipais do Esporte se reuniram com o secretário e a equipe técnica da Secretaria do Esporte e do Turismo (SEET) e foram convidados a participar da definição das ações da SEET a partir do ano que vem. Em 13 encontros regionais, 332 municípios receberam um questionário de 30 páginas para diagnóstico da situação e necessidades locais. Em um segundo momento, seminários municipais foram realizados para responder ao questionário e apresentar sugestões para a nova política esportiva do Estado. Agora, na terceira fase, em uma nova rodada de encontros regionais, os municípios vão apresentar as sugestões. Eles também recebem uma série de materiais esportivos como incentivo.
“São 332 municípios participando do programa até agora, mas o nosso objetivo é atingir as 399 cidades do estado. E queremos que todos fomentem o esporte no Paraná, principalmente para crianças, jovens, fazendo com que se movimentem na área do esporte”, afirma o secretário. Na regional de Cornélio Procópio, 37 municípios aderiram ao programa.
O governador Beto Richa também já adiantou que vai ampliar os investimentos no esporte em 2016. “Este ano priorizamos o ajuste fiscal para enfrentar a grave crise nacional e proteger o estado. Infelizmente não pudemos investir no esporte como queríamos. Mas já estamos nos equilibrando e ano que vem um dos meus principais compromissos é o esporte. Teremos o maior investimento nesta área desde que comecei a governar. O esporte é importante para a formação física e mental”, disse.
“É a maneira adequada de fomentar o esporte, sabendo o que cada cidade necessita. É um investimento importante do governo Beto Richa para ampliar a prática esportiva e oferecer mais oportunidades para crianças e jovens. Ano que vem vamos ter Olimpíadas no Brasil e as pessoas estarão mais envolvidas”, conclui Douglas Fabrício.
Além de Cornélio Procópio, Arapongas também realiza encontro regional esta semana.
Assessoria
NOSSA TERRA
BRASIL
sábado, 10 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Rebelião em Londrina na PEL II: Racionamento de água e comida teria incitado rebelião
Motim começou por volta das 10h30; presos que seriam de facções rivais são mantidos reféns
Presos da unidade 2 da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL II), localizada na zona sul da cidade, iniciaram uma rebelião por volta das 10h30 desta terça-feira (6). A mobilização começou na galeria 21, quando um agente abria a cela para guardar um preso que recebia atendimento médico.Pelo menos cinco presos são feitos reféns. Ainda não há confirmação de identidade, apenas que nenhum deles é agente penitenciário. Os reféns seriam presos de facções inimigas, e foram amarrados e agredidos pelos rebelados.
Dois presos que pularam o muro da PEL II sofreram fratura nas pernas e foram atendidos pelo Siate. Segundo a Polícia Militar, eles relataram que fugiram com medo de morrer.
Segundo o grupo Restaurando Londrina, que atua na implantação da Justiça Restaurativa em unidades prisionais da cidade, os detentos já vinham se queixando de racionamento de água e alimentação. Na última semana, um interno alertou para o risco de rebelião.
“Como trabalhamos para garantir os direitos básicos da comunidade carcerária, recebemos, indiretamente, muitas reclamações dos presos. Ficamos sabendo dos racionamentos e das possíveis consequências. Repassamos estas informações às autoridades [a Vara de Execuções Penais (VEP) e a própria diretoria da PEL II]. Diante dessa insatisfação, era previsível uma crise como a que está acontecendo hoje, mas não sabíamos quando iria acontecer”, afirma o professor de Direito João Ricardo Anastásio Silva, docente da Unifil e um dos coordenadores do grupo.
Depoimentos de aproximadamente 20 familiares, colhidos pelo Restaurando Londrina, confirmam a situação caótica vivida dentro da PEL 2. Segundo os parentes dos internos, desde junho - quando o agente penitenciário Kevin de Souza, de 21 anos, foi morto em frente à sua casa, em Cambé - os presos têm enfrentando restrições no fornecimento de água, comida e tratamentos médicos.
“De acordo com os familiares, nestes últimos meses os internos têm tido acesso à água apenas das 9h às 17h, mesmo com o intenso calor. Há também casos de detentos com tuberculose que não são atendidos e denúncias de que alguns agentes deixam a comida estragar ou ficar passada antes de entregá-la aos internos”, afirma o estudante de Direito Leonardo Martins, um dos membros do grupo.
Kevin de Souza foi morto a tiros na noite de 15 de junho, na rua Mateus Lemes, no Jardim Silvino, em Cambé. Sua morte teria sido comemorada por alguns presos da PEL 2, onde o agente trabalhava. Durante as investigações, a Polícia Civil chegou a informar que a ordem para a execução de Souza teria partido do Primeiro Comando da Capital (PCC). Um pano branco com o nome da facção criminosa foi exibido por um detento, no telhado da PEL 2, durante a rebelião desta terça (6). Tanto o suposto mandante, Willian Pereira Soares, de 27, quanto o suspeito de ter sido o executor do crime, Guilherme Bertha Alves Miranda, de 19, foram presos pela Polícia Civil.
Negociações
O Comando da Polícia Militar de Londrina foi deslocado para o local para avaliar a situação e abrir as negociações. O Pelotão de Choque chegou por volta das 12h40. No primeiro contato, os presos pediram água e o restabelecimento da energia, que foi cortada.
O vereador José Roque Neto, vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Londrina, entrou na penitenciária e repassou a informação de que não há feridos. Neto conversou com Luiz Alberto Cartaxo Moura, diretor geral do Depen, que previu um prazo mínimo de 48 horas para que acabe a rebelião.
O coordenador da Comissão de Direitos Humanos da OAB em Londrina, Paulo Magno, também compareceu ao local para averiguar a situação dos detentos. Em entrevista à Paiquerê AM, por volta das 17h40, ele afirmou que o clima seguia tranquilo. “Os presos estão no telhado, fazendo barulho, mas não atacam ninguém”.
As negociações, segundo ele, seguem paradas devido à indefinição da pauta de reivindicações. “Não existe um acordo entre os rebelados. Como não houve avanços, iremos para casa, mas voltaremos a qualquer momento assim que os presos solicitarem a presença de membros da Comissão”, completou.
Por volta das 16h40, um pequeno grupo de presos tentou fugir pelos fundos da unidade, mas foi impedido pela Polícia Militar, que usou balas de borracha para contenção. Com capacidade para 960 presos, a PEL II recebe atualmente 1.250 detentos.
Incêndio
Por volta das 18h50, um densa fumaça preta tomou conta de uma das alas do presídio. Um caminhão do Corpo de Bombeiros foi até o local para realizar a contenção das chamas. A Polícia Militar e Diretoria da PEL II não informaram sobre como o incêndio teria começado, bem como qual área teria sido atingida. A princípio, não há registro de feridos.
Mais tarde, por volta das 19h35, um novo foco de incêndio pôde ser percebido em área próxima à anteriormente atingida. Barulhos de tiros, possivelmente de balas de borracha, foram ouvidos do lado de fora da unidade prisional.
Luzes apagadas
Ao escurecer, várias tochas de luz faziam a iluminação ao redor da PEL II, já que as luzes internas da unidade teriam sido desligadas. Por volta das 20h30, todas as luzes foram apagadas, deixando o local totalmente escuro. Vários familiares de presos acompanham o motim.
(com informações dos repórteres Viviani Costa, Celso Feilzardo e Auber Silva, do grupo Folha). Fonte:Bonde
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Dia 05 de outubro, Dia da Promulgação da Atual Constituição Brasileira
05 de
Outubro
No início de 1987,
senadores e deputados federais iniciam uma Assembléia Nacional Constituinte e
trabalham até outubro de 1988, quando a nova Constituição brasileira é
promulgada. Algumas mudanças são feitas e a nova Carta é redigida com os direitos
individuais ampliados e as liberdades públicas fortalecidas, após tantas
restrições impostas na época da ditadura militar.
No período de sua elaboração,
dois novos estados são instituídos: o território de Roraima passa a ser estado; e Goiás é
dividido em norte e sul. O lado norte se transforma no estado de Tocantins. A
Constituição de 1988 foi a sétima promulgada no país.
As constituições
Entre a primeira
Constituição, a de 1824, e a penúltima, a de 1967, existe uma diferença:
enquanto a de 1824 foi sendo melhorada em sucessivas reformas legislativas, a
de 1967 representou um freio para as forças democráticas, através de um ato
institucional que retirou da Carta o que ela tinha de conquista do pensamento
liberal.
Vamos observar uma a uma:
1824 - outorgada pelo imperador dom Pedro I, a Constituição de
1824 se caracterizava por ser um meio termo entre as formas liberais do
constitucionalismo europeu e o absolutismo ainda muito enraizado. Nessa Carta,
além dos três poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário - havia também um
quarto: o Poder Moderador (que tinha a palavra final sobre as decisões do poder
Legislativo, quer dizer, com mais força sobre os outros). Esse poder era
exercido, é claro, por Dom Pedro.
1891 - promulgada logo após a Proclamação da República, essa
Constituição se restringiu a alterações no âmbito político-institucional. Entre
elas: forma de governo, federação, extensão do voto aos eleitores masculinos
com mais de 21 anos, supressão do Poder Moderador, revogação da vitaliciedade
do Senado e separação entre Estado e Igreja.
1934 - considerada um marco, a Constituição de 1934 foi um
reflexo da complexidade já alcançada pela sociedade brasileira. Forças
heterogêneas representadas pelas oligarquias, pelo liberalismo clássico e pelos
liberais modernos compunham a Assembléia Constituinte. O resultado foi uma
Constituição em que cada força conseguiu o que queria.
1937 - os cientistas sociais costumam chamá-la de constituição
semântica (a que dá aparência de legalidade a um regime autoritário). Foi o
caso do Estado Novo, de Getúlio Vargas. Com essa Carta, os civis podiam ser
julgados pelos militares, a censura adquiria base constitucional e o presidente
da República podia decretar tudo, o que significa dizer que todas as liberdades
dependiam da sua vontade.
1946 - essa Constituição captou o espírito do seu tempo. A
legitimidade de sua Assembléia Constituinte, por exemplo, era incontestável:
escolhida por eleições livres. No que diz respeito às garantias individuais,
antecipava-se em dois anos à Declaração dos Direitos do Homem, da Organização
das Nações Unidas. O ponto alto dessa Constituição é que ela não ignorou a
realidade brasileira e foi fortemente influenciada pelo liberalismo moderno.
1967 - aumentou os poderes da União, redistribuiu a renda de
uma forma que estados e municípios perderam toda e qualquer autonomia, submeteu
o Legislativo a rigorosa disciplina, ampliou os poderes da Justiça Militar,
condicionou as liberdades individuais à segurança nacional e acabou com as
eleições diretas para presidente da República.
1969 - em 13 de dezembro de 1969, a Emenda Constitucional no 1
modificou a Constituição de 1967. Na prática, significou centralização maior do
poder nas mãos dos militares, redução extrema dos poderes do Legislativo e drástico
cerceamento dos direitos dos cidadãos.
![]() |
| 5 de Outubro de 1988: um dia histórico: Sessão solene do Congresso Nacional em que foi promulgada a atual Constituição da República Federativa do Brasil |
A Carta Magna de
1988
A Assembléia
Constituinte de 1987 teve, acima de tudo, uma função restauradora. Os
retrocessos que ocorreram na Carta 1967/69 exigiam reformas e a sociedade
brasileira assim o queria. A evolução sentida entre os cidadãos, do ponto de
vista político, de consciência de seus direitos e deveres, conclamou de
senadores e deputados constituintes um trabalho profundo rumo a uma real
democracia.
Aliás, esse deveria ser
o objetivo maior ao se redigir o texto de uma nova Constituição: transformar.
Mudar para melhor, tendo sempre em vista a cidadania, as mudanças de
mentalidade, a liberdade de um povo.
É natural - está aí a
história que não nos deixa mentir - que, na formulação da Lei máxima de uma
nação, as diversas forças presentes na sociedade se manifestem, sejam elas
liberais, modernas, tradicionais ou retrógadas. Em um país como o nosso, então,
de grande extensão territorial e diversidade cultural, isso é quase uma lei
também. O importante, no entanto, é que a Constituição de um país seja o
reflexo honesto, democrático e límpido de sua complexidade ou heterogeneidade
ou mesmo da falta delas.
A Constituição de 1988
foi, além de um exercício democrático, um avanço. Ou, melhor dizendo, um ponto
de ruptura para seguir finalmente em direção aos Direitos e Garantias
Fundamentais dos indivíduos e da coletividade. E, dessa vez, esperamos, sem
mais retrocessos.
Fonte: www.ibge.gov.br
Resultado da eleições de Conselheiro Tutelar
Neste domingo, dia 04, houve a votação para a eleição dos Conselheiros Tutelares em Cornélio Procópio. Na eleição foram utilizadas oito urnas com três mil e vinte e seis votos contabilizados. Acompanhe abaixo o resultado. Dos 11 candidatos, cinco foram eleitos: Devair Sotero - 451 votos. Aparecida do Carmo Romano (Cidinha) 413 votos. Iracilda Tozetti Góis Attisano Sarggin – 325 Votos. Daisyelle Cristina Maria – 318 votos. Vera Lúcia de Oliveira Jorge Diniz – 307 votos. Da Redação CN
Posto Militar Rodoviário de Cornélio Procópio é inaugurado Uma solenidade foi realizada
Na sexta-feira (02/10) na região norte do estado para inaugurar as instalações do posto militar rodoviário de Cornélio Procópio (PR), pertencente à 2ª Companhia do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) responsável por aproximadamente 160km de rodovias na região. A estruturação do posto, que custou cerca de R$500 mil, tem por objetivo melhorar e ampliar o policiamento preventivo e repressivo dentro da área de sua abrangência, proporcionando maior segurança para a população através de fiscalizações, orientações e prestação de apoio aos usuários das rodovias.
“A maioria das drogas e armas entram em nosso estado pelas rodovias, pois a malha rodoviária do Paraná é extensa, e iniciativas como essa [posto] vão trazer mais eficácia para o trabalho da Polícia Rodoviária Estadual, segurança para quem transita por essa rodovia e também menos drogas e armas para alimentar o crime. Os policiais que trabalharão aqui terão mais conforto e isto se traduzirá num resultado melhor”, afirma o Secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná, Wagner Mesquita de Oliveira.
A sede inaugurada é um dos 12 postos pertencentes à 2ª Companhia do BPRv que abrange as cidades de Cornélio Procópio, Leópolis, Uraí, Nova América da Colina, Nova Fátima, Ribeirão do Pinhal e Santa Mariana. O posto tem como função executar o policiamento preventivo e repressivo a fim de evitar acidentes e delitos de trânsito que possam colocar em risco a vida dos usuários, intensificar as ações de fiscalização em pontos críticos da rodovia, coordenar a fluidez do tráfego, prevenir e reprimir as infrações e garantir a segurança no trânsito rodoviário.
“Fico feliz em ver esta integração entre todos os órgãos em prol da comunidade paranaense; quando conseguimos dar esta estrutura mínima aos nossos bravos policiais nos sentimos realizados, pois é por estas estradas que entram drogas e armas nos municípios e se conseguirmos barrar nas estradas nossas cidades estarão mais protegidas”, disse o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
“Ninguém no estado faz o que tem sido feito pela Polícia Militar do Paraná, por meio de suas unidades, entre elas o BPRV, mas logicamente não faz sozinha, por isso agradecemos ao governador Beto Richa, e a Secretaria de Segurança, sob o comando do Secretário Mesquita, além de outros órgãos que contribuem largamente para que nosso trabalho seja feito com excelência em todo o estado. Este posto, construído com a união de todos, com certeza é um avanço e contribuirá para coibir o tráfico de drogas na região”, disse o Comandante Geral da PM, coronel Mauricio Tortato.
Estiveram presentes no evento o Secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná, Wagner Mesquita de Oliveira, o Chefe de Segurança Militar da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), coronel Hélio de Oliveira Manoel, o Secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, o Comandante-Geral da PMPR, coronel Maurício Tortato, o Comandante do 2º CRPM, coronel Marcos Antônio Wosny Borba, o Comandante do BPRv, tenente-coronel Daniel dos Santos, o Comandante do 18º BPM, tenente-coronel Luiz Roberto Costa, o Comandante do 5º BPM, major José Luiz de Oliveira, o Comandante da 2ª Companhia do BPRv, capitão Alessandro Luis Wolski e o Comandante do Posto do BPRv de Cornélio Procópio, sargento Clayton Soares da Cruz, bem como demais oficiais e praças da corporação.
Também participaram da cerimônia a Prefeita de Leópolis, Cléa Marcia Bernardes de Oliveira, o Presidente do Instituto das Águas, Amin José Hannouch, o Coordenador Regional da COMEL (Coordenação da Região Metropolitana de Londrina), o Delegado Chefe da Polícia Civil de Cornélio Procópio, João Manoel Alonso Filho, os deputados Tiago Amaral, Pedro Lupion e Luiz Claudio Romanelli, a Presidente da Câmara Municipal de Cornélio Procópio, Angélica Carvalho Ouchaneski, Regina Célia de Paiva da ECONORTE, chefes de autarquias da região, os proprietários da Pedra Norte, Wilson Baza e Anderson Fernandes, os quais contribuíram para a construção do posto, além de representantes do Exército, vereadores, sociedade civil organizada, comunidade, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil e a comunidade.
HISTÓRIA – O posto foi criado em 1970 e permaneceu na BR 369, no Km 90. Em seguida o posto foi transferido para a mesma rodovia, mas no Km 83, onde permaneceu até 2009. Posteriormente a sede da unidade mudou para uma propriedade na PR 160, no Km 61, a qual foi cedida através do documento de instrumento particular de comodato, onde permaneceu por cinco anos. A nova sede encontra-se na PR 160, no Km 57,3, a qual terá como malha rodoviária estadual mais de 120 Km de extensão distribuídos na PR 160, PR 218, PR 442, PR 518, PR 525 e PR 526.
No período da tarde, o secretário Mesquita, acompanhado pelo Comandante-Geral, pelas autoridades locais e pelo deputado Pedro Lupion, cumpriu agenda na região do Norte Pioneiro visitando o 2º Batalhão de PM (Jacarezinho), a delegacia de Policia Civil de Jacarezinho, o Corpo de Bombeiros (2ª Seção de Bombeiros) de Jacarezinho e depois seguiu para a solenidade de homenagem à policiais militares do 2º BPM, por terem desarticulado, com apoio de policiais de outras unidades, quadrilhas fortemente armadas responsáveis por explosões de caixas eletrônicos.Assessoria PM
“A maioria das drogas e armas entram em nosso estado pelas rodovias, pois a malha rodoviária do Paraná é extensa, e iniciativas como essa [posto] vão trazer mais eficácia para o trabalho da Polícia Rodoviária Estadual, segurança para quem transita por essa rodovia e também menos drogas e armas para alimentar o crime. Os policiais que trabalharão aqui terão mais conforto e isto se traduzirá num resultado melhor”, afirma o Secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná, Wagner Mesquita de Oliveira.
A sede inaugurada é um dos 12 postos pertencentes à 2ª Companhia do BPRv que abrange as cidades de Cornélio Procópio, Leópolis, Uraí, Nova América da Colina, Nova Fátima, Ribeirão do Pinhal e Santa Mariana. O posto tem como função executar o policiamento preventivo e repressivo a fim de evitar acidentes e delitos de trânsito que possam colocar em risco a vida dos usuários, intensificar as ações de fiscalização em pontos críticos da rodovia, coordenar a fluidez do tráfego, prevenir e reprimir as infrações e garantir a segurança no trânsito rodoviário.
“Fico feliz em ver esta integração entre todos os órgãos em prol da comunidade paranaense; quando conseguimos dar esta estrutura mínima aos nossos bravos policiais nos sentimos realizados, pois é por estas estradas que entram drogas e armas nos municípios e se conseguirmos barrar nas estradas nossas cidades estarão mais protegidas”, disse o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
“Ninguém no estado faz o que tem sido feito pela Polícia Militar do Paraná, por meio de suas unidades, entre elas o BPRV, mas logicamente não faz sozinha, por isso agradecemos ao governador Beto Richa, e a Secretaria de Segurança, sob o comando do Secretário Mesquita, além de outros órgãos que contribuem largamente para que nosso trabalho seja feito com excelência em todo o estado. Este posto, construído com a união de todos, com certeza é um avanço e contribuirá para coibir o tráfico de drogas na região”, disse o Comandante Geral da PM, coronel Mauricio Tortato.
Estiveram presentes no evento o Secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná, Wagner Mesquita de Oliveira, o Chefe de Segurança Militar da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), coronel Hélio de Oliveira Manoel, o Secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, o Comandante-Geral da PMPR, coronel Maurício Tortato, o Comandante do 2º CRPM, coronel Marcos Antônio Wosny Borba, o Comandante do BPRv, tenente-coronel Daniel dos Santos, o Comandante do 18º BPM, tenente-coronel Luiz Roberto Costa, o Comandante do 5º BPM, major José Luiz de Oliveira, o Comandante da 2ª Companhia do BPRv, capitão Alessandro Luis Wolski e o Comandante do Posto do BPRv de Cornélio Procópio, sargento Clayton Soares da Cruz, bem como demais oficiais e praças da corporação.
Também participaram da cerimônia a Prefeita de Leópolis, Cléa Marcia Bernardes de Oliveira, o Presidente do Instituto das Águas, Amin José Hannouch, o Coordenador Regional da COMEL (Coordenação da Região Metropolitana de Londrina), o Delegado Chefe da Polícia Civil de Cornélio Procópio, João Manoel Alonso Filho, os deputados Tiago Amaral, Pedro Lupion e Luiz Claudio Romanelli, a Presidente da Câmara Municipal de Cornélio Procópio, Angélica Carvalho Ouchaneski, Regina Célia de Paiva da ECONORTE, chefes de autarquias da região, os proprietários da Pedra Norte, Wilson Baza e Anderson Fernandes, os quais contribuíram para a construção do posto, além de representantes do Exército, vereadores, sociedade civil organizada, comunidade, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil e a comunidade.
HISTÓRIA – O posto foi criado em 1970 e permaneceu na BR 369, no Km 90. Em seguida o posto foi transferido para a mesma rodovia, mas no Km 83, onde permaneceu até 2009. Posteriormente a sede da unidade mudou para uma propriedade na PR 160, no Km 61, a qual foi cedida através do documento de instrumento particular de comodato, onde permaneceu por cinco anos. A nova sede encontra-se na PR 160, no Km 57,3, a qual terá como malha rodoviária estadual mais de 120 Km de extensão distribuídos na PR 160, PR 218, PR 442, PR 518, PR 525 e PR 526.
No período da tarde, o secretário Mesquita, acompanhado pelo Comandante-Geral, pelas autoridades locais e pelo deputado Pedro Lupion, cumpriu agenda na região do Norte Pioneiro visitando o 2º Batalhão de PM (Jacarezinho), a delegacia de Policia Civil de Jacarezinho, o Corpo de Bombeiros (2ª Seção de Bombeiros) de Jacarezinho e depois seguiu para a solenidade de homenagem à policiais militares do 2º BPM, por terem desarticulado, com apoio de policiais de outras unidades, quadrilhas fortemente armadas responsáveis por explosões de caixas eletrônicos.Assessoria PM
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
JESUS NA CRUZ
PASTOR COMENTA DECLARAÇÃO
DO PAPA SOBRE O “FRACASSO” DE JESUS NA CRUZ: “VITÓRIA DE DEUS”

Uma
declaração do papa Francisco, apontando para um “fracasso” humano de Jesus ao
morrer na cruz gerou inúmeras polêmicas no meio evangélico, que apontou a fala
do líder católico como uma heresia.
Em sua visita aos Estados Unidos,
Francisco discursou sobre diversos temas, e dentre eles, falou sobre os
fracassos que podem trazer desânimo aos cristãos em sua obrigação evangelística
e aparentar que a propagação do Evangelho é ineficiente.
“Foi-nos confiada uma grande
responsabilidade e o povo de Deus, justamente, espera resultados. Mas o
verdadeiro valor do nosso apostolado é medido pelo valor que o mesmo tem aos
olhos de Deus. Ver e avaliar as coisas a partir da perspectiva de Deus
chama-nos para uma conversão constante ao primeiro tempo da nossa vocação e –
nem é preciso dizê-lo – a uma grande humildade”, disse o papa.
Nesse contexto, Francisco afirmou que a
crucificação de Jesus, embora concluísse com perfeição o plano divino,
representava o fracasso de uma vida humana, que terminou com a injusta
condenação de um homem sem máculas.
“A cruz mostra-nos uma maneira diferente
de medir o sucesso: a nós cabe-nos semear, e Deus vê os frutos do nosso
trabalho. E se, às vezes, os nossos esforços e o nosso trabalho parecem
gorar-se e não dar fruto, estamos a trilhar a mesma via de Jesus Cristo; a sua
vida, humanamente falando, acabou com um fracasso: o fracasso da cruz”, disse,
reiterando que mesmo um aparente fracasso para aqueles que foram contemporâneos
de Jesus, resultou no milagre da salvação.
O pontífice ainda foi além e disse que os
que se sentirem “fracassados” em suas missões devem olhar para Jesus e ver que,
o que humanamente pode ser interpretado como fracasso, pode ser, na verdade, um
sucesso sob a perspectiva divina.
Em meio à polêmica gerada pela exposição
do papa nessa questão, muitos evangélicos fizeram uma interpretação mais
literal e primária do termo usado pelo líder católico, e se apressaram em
críticas.
No entanto, o reverendo Hermes C.
Fernandes seguiu a contramão das críticas e publicou um comentário sobre o
episódio, apresentando outros vieses do “fracasso” humano de Jesus na cruz.
“Sim, Jesus fracassou na cruz. Para a
turma dos ‘hosanas’, que esperava que Ele desse um golpe de Estado e assumisse
o poder na marra, a cruz foi um grande fiasco. Para os discípulos que apostaram
as últimas fichas de que Ele restauraria o trono de Davi naqueles dias, a cruz
foi um vexame. E até hoje, para quem faz do evangelho um meio de
enriquecimento, a cruz é, no mínimo, um constrangimento. Mas como Deus jamais
perde a mania de subverter as coisas, assim como a Sua loucura é mais sábia que
a sabedoria humana, e a Sua fraqueza mais forte que o poder de que nos gabamos,
assim também, o aparente fracasso da cruz nada mais é do que a Sua retumbante
vitória. Foi o fracasso da agenda humana, mas a vitória da agenda de Deus”,
comentou.
Concluindo seu raciocínio a respeito do
que a cruz representa em seu sentido mais relevante para quem crê em Jesus
Cristo, o reverendo destacou a graça redentora que fluiu daquele sacrifício:
“Foi lá que Ele destituiu os principados e potestades, ridicularizando sua
presunção. Foi lá que Ele revelou as nossas misérias e ao mesmo tempo a Sua
misericórdia. Foi lá que Ele arcou com nossa impagável dívida e expressou de
maneira mais eloquente o Seu imenso amor pela criação. Sua vitória não se deu
na ressurreição, como alguns imaginam, mas em Sua morte. A ressurreição foi o
pódio de onde Sua vitória foi anunciada”, finalizou.
Fonte: Gospel+
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